segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Estudantes, eficiente na defesa, está na final





Diz o ditado do futebol, que um bom time começa por um bom goleiro. No caso do Estudantes, finalista da Copa Gazeta, pode-se acrescentar mais um item: a sua zaga, que garantiu a vitória por 2 x 0 sobre a Portuguesa e a passagem da equipe para a grande decisão do próximo domingo.
O time estudantino fez o gol aos 22 minutos do primeiro tempo, trocou bola a maior parte do jogo, sofreu algum perigo, mas sempre anulado pelo goleiro Frank e sua ótima zaga, e fez jus à vitória, mercê da maior categoria do seu elenco, mesmo com um cansaço natural na etapa final.
Não foi uma partida brilhante, mesmo porque os dois times se respeitaram, impondo boa marcação nos principais trunfos das equipes. Tanto que o primeiro ataque, de fato, só ocorreu aos 14 minutos, quando o lateral Valdo penetrou pela direita e chutou forte, na rede, pelo lado de fora. A Portuguesa respondeu em seguida, com Tarciso batendo fraco de fora da área para boa defesa de Frank. Aos 21, Baia, livre de marcação, escorou bola cruzada e cabeceou fraco, para outra intervenção de Frank.
Aos 22 minutos, o lance que começaria definiria a partida: o rápido Dega foi lançado na grande área, se livrou do marcador e bateu rasteiro, forte, no canto esquerdo de Agrene: Estudantes 1 x 0.
Depois do gol, a Portuguesa tomou algumas iniciativas, mas o máximo que conseguiu foram dois cartões amarelos, para PC e Vitor Hugo, do Estudantes. Aos 38, o centroavante Gil cabeceou para fora e aos 43, Sapinho recebeu ótimo lançamento, mas não pode concluir por estar impedido.

JOGO MORNO



Para a segunda etapa, a Portuguesa voltou sem Giliardo, substituído por Dinho, que parecia mais disposto. A Lusinha esboçou alguns ataques, e o principal deles aos 20 minutos. Em ótima triangulação de todo o ataque, a bola sobrou limpinha para Alex, mas o goleiro Frank salvou com os pés. Com a saída de Dega, com fortes dores no tornozelo, o Estudantes perdeu uma referência no ataque, já que Laranjinha, que entrou, não estava animado. E Gil, completamente anulado pela zaga da Portuguesa.
Aos 32 minutos, ótima oportunidade para o empate. Dinho foi lançado em profundidade, ganhou da gaza e na saída de Frank tocou por cobertura. A bola saiu rente ao poste esquerdo.
Mesmo desordenada, a Portuguesa partia pro tudo ou nada e ficava, por vezes, exposta em sua zaga. E num desses lances, Gil recebeu pela meia esquerda e ao tentar avançar sofreu falta. O bom lateral PC cobrou com perfeição, com chute potente. A bola bateu no travessão e morreu no fundo do gol de Agrene: Estudantes 2 x 0, aos 43 minutos. Estava liquidada a partida. Com o apito final de Norberto Luciano Silveira, vibração de torcedores, elenco e diretores estudantinos pela qualificação à final inédita da Copa Gazeta.
O resultado foi justo e premiou a equipe mais arrumada em campo, em que pese a fragilidade do seu ataque, mesmo apostando em Dega e Gil, jogadores que já defenderam o Independente e Internacional, respectivamente.
Trio de arbitragem perfeito, em que pese um ou outro impedimento marcados incorretamentes. Os cartões foram corretamente aplicados e as equipes tiveram bom comportamento no campo disciplinar. (Walfrido Salvi)



Ficha técnica
EC Estudantes 2 x 0 AA Portuguesa
Estudantes:
Frank; Valdo, Carlão, Valério e PC (Elton); Dú Vandão), Rafael, Digão (Marcelo) e Vitor Hugo (Catê) (Ronaldinho); Gil e Dega (Laranjinha). Técnico: Dori.
Portuguesa: Agrene; Fernandinho (Fabinho), Carlão, Lú e Zoinho; Edinho (Flávio), Cesinha, Baia (Alex) e Tarciso; Sapinho (Gilberto) e Giliardo (Dinho). Técnico: Maciel.
Local: Estádio Comendador Agostinho Prada (Pradão).
Gols: Dega e PC.
Cartões: amarelo para PC e Vitor Hugo (Estudantes) e Flávio (Portuguesa).
Árbitro: Norberto Luciano S. Silveira.
Assistentes: Alex Alexandrino e Cláudio Roberto Costa.

Paraná falha no fim e nos pênaltis Santo Antônio elimina o Santa Cruz





No clássico dos santos disputado ontem pela manhã no CT Pinóquio, o caçula Santo Antônio falou mais alto e eliminou o Santa Cruz pelas semifinais da Copa Gazeta Ouro. Após empate no tempo normal por 1 a 1, o time de Sebastião Reis venceu nas penalidades máximas por 3 a 1. Desta forma, Santo Antônio e Estudantes decidirão a chamada "Libertadores do Amador" no próximo domingo.
No jogo de ontem, o bom futebol do Santa Cruz encontrou a sorte do Santo Antônio. Dono absoluto do jogo em boa parte dos 90, o time de Roberto Martins subestimou o adversário. Desta forma, ocorreu o empate no tempo normal em um gol. Nos pênaltis o Santo Antonio foi mais competente.
O Santa Cruz poderia ter conquistado a vitória para chegar em mais uma final da Copa Gazeta. Durante os 90, o time da Vila Queiroz teve volume de jogo e poderia nos 45 minutos iniciais ter definido o placar do jogo e sua presença na final do Pradão.
Logo aos 2 minutos, o gol da equipe da Vila Queiroz. O meia Piá olhou e tocou com estilo para Isaías. O ex-centroavante da Internacional só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo da rede do goleiro Renatinho, 1 a 0 para o time do presidente Chicão.
O gol assustou o Santo Antônio, que passou a ser dominado pelo adversário. Piá encarregou-se de organizar e criar as principais jogadas do Santa Cruz. Desta forma, a equipe do técnico Roberto Martins passou a dominar a partida com tranquilidade. Sem o verdadeiro meia para alimentar o ataque, Léo e Wânder foram facilmente dominados pelos zagueiros do Santa Cruz.
Aos 14 minutos, novamente Piá criou outro momento de perigo. O meia ajeitou para Ricardo, que entrou pela esquerda e arrematou na rede pelo lado de fora. Mal distribuído em campo, o Santo Antônio propiciava os bons momentos do Santa Cruz. Timidamente, o Santo Antônio apareceu no ataque, isto aos 23 minutos. Tchô bateu cruzado para a linha de fundo.
A resposta da equipe de Roberto Martins veio logo em seguida com Isaías, que fuzilou a bola no travessão. Outra chance desperdiçada pelo Santa Cruz ocorreu aos 31 minutos. Piá rolou para Guilherme, que chutou rente ao poste direito do goleiro Renatinho.
Na verdade o Santa Cruz fazia por merecer o segundo gol, mas os homens de frente caprichavam demais na hora de finalizar. A equipe do técnico Reis se perdia na marcação com os passes rápidos que eram trocados pelos jogadores adversários. Aos 39 minutos, o Santa Cruz assustou-se com o atacante Wânder. O jogador aproveitou-se do vacilo da zaga adversária e obrigou o zagueiro Nelson a tocar de cabeça para a linha de fundo, originando escanteio.
Precisando dar rítmo a sua equipe, ainda no primeiro tempo, Reis promoveu a primeira alteração na sua equipe, quando tirou o apagado Danilo para a entrada de Neguitão. Com esta modificação, o lateral-direito Nicola foi adiantado para a meia-cancha. Porém, sem muitas pretensões na primeira etapa o Santo Antônio, se rendeu a superioridade do Santa Cruz.



SEGUNDO TEMPO:

Para reverter a desvantagem numérica, o Santo Antonio precisava voltar para a segunda etapa com um futebol mais objetivo e contar com a sorte para mudar a história do clássico. Já o time de Roberto Martins, vencendo pela contagem minima, era mais tranquilo em campo. Iniciou a segunda etapa com o único objetivo, administrar a vantagem. No intervalo, Reis optou pela segunda alteração. A entrada do meia-atacante Juninho no lugar de Rogerinho. A intenção do treinador do Santo Antonio foi das melhores, pois a sua equipe necessitava do meia de ligação.
Aos 10 minutos o zagueiro Anderson arriscou um belo chute, que obrigou o goleiro Paraná a fazer uma defesa importante, evitando o gol de empate. Ainda dono da partida, o Santa Cruz poderia ter ampliado o marcador. Mas algo estava reservado para o Santo Antônio. Uma falha do Santa Cruz, um lance despretencioso e a sorte. Ainda com rítmo maior de jogo, o Santa Cruz acabou desperdiçando quatro lances seguidos, que poderiam ter aumentato o marcador.
Mas dava-se a impressão de que o Santa Cruz estava subestimando o Santo Antônio, que encorajou-se aos 33 minutos, quando aproveitou-se do vacilo do sistema defensivo do Santa Cruz. Foi quando, Daves, que entrou na segunda etapa no lugar de Fabiano Negreiro, apareceu e bateu firme, mas o travessão encarregou-se de evitar o gol de empate.
Quando tudo parecia que o Santa Cruz poderia ampliar o marcador, eis que surge a sorte. Nicola entrou batendo sem nenhuma pretensão. A bola passou entre as pernas de Paraná, numa falha incrivel do goleiro do Santa Cruz. Estava estabelecido o empate por 1 a 1.
Como o empate do Santo Antônio ocorreu aos 39 minutos, o técnico Roberto Martins começou a pensar nos pênaltis. Sendo assim, imediatamente o técnico do Santa Cruz tirou o goleiro Paraná para a entrada de Gelson, cuja fama em defender pênaltis lhe deixou famoso no Amador e na Copa Gazeta. De fato estava certo em seu pensamento o treinador do Santa Cruz, pois o empate em um gol foi o placar no tempo normal.

OS PÊNALTIS:



Tailândia, Nelson, Charles, Guilherme e Thiago foram os responsáveis em cobrar os pênaltis para o Santa Cruz. Já o técnico Reis acabou optando pelos jogadores Juninho, Wânder, Daves, Anderson e Zé Carlos. Quem iniciou a cobrança foi o Santa Cruz com o atacante Tailândia que bateu por cobertura, pela linha de fundo. Na sequência, Juninho do Santo Antônio fez 1 a 0. O zagueiro Nelson e volante Charles, também não tiveram sucesso no Santa Cruz. Enquanto que Guilherme foi o único que marcou para o time de Roberto Martins. Já o Santo Antônio teve mais competência e através das finalizações positivas dos jogadores Juninho, Daves e Anderson, venceu o Santa Cruz por 3 a 1, garantindo-se na final da Copa Gazeta Ouro diante do Estudantes, domingo no Estádio Comendador Agostinho Prada. (Naldo Dias)



Ficha Técnica
Santa Cruz 1 x 1 Santo Antonio
(nos pênaltis: 3 x 1 para o Santo Antônio)
Gols -
Isaías aos 2 minutos do 1º tempo (SC) e Nicola aos 40 minutos do 2º tempo (SA)
Árbitro - Eleandro Pedro da Silveira
Auxiliares - Giovani César Canzian e Marco Antonio Bagatella
Santa Cruz - Paraná (Gelson); Juninho (Tailândia), Nelson, Adriano e Dedé (Thiago); Charles, Juari, Ricardo e Piá (Paulinho); Isaías (Indião) e Guilherme. Técnico - Roberto Martins.
Santo Antônio - Renatinho; Nicola, Anderson, Zé Carlos e Chiquinho; Danilo (Neguitão), Tchô, Fabiano Negreiro (Daves) e Rogerinho (Juninho); Léo (Curumim) e Wânder. Técnico - Sebastião Reis.
Ocorrências - cartões amarelos para Juninho, Charles e Ricardo (SC); Nicola e Rogerinho (S.A)

Metalúrgicos: goleada e classificação



A decisão da Copa Gazeta categoria Sub-11 de 2008 foi reeditada na manhã de ontem no CT do Pinóquio. AA Metalúrgicos e CME de Iracemápolis estavam novamente frente a frente porém, desta vez quem levou a melhor foi a equipe de Limeira.
Os comandados dos irmãos Lopes entraram em campo determinados. Desde os primeiros movimentos de jogo a supremacia era evidente, proporcionada por um bom toque de bola, jogadas ensaiadas e uma firme marcação. O resultado foi a abertura do placar logo aos seis minutos, com um gol olímpico. Pela direita, Giovani fez o levantamento para a área encobrindo o Léo. Era o começo da goleada. O rápido ataque do Metalúrgicos criava uma oportunidade atrás da outra, como aos 7 minutos, com Adriel invadindo a área e chutando forte, obrigando Léo a desviar para escanteio. Aos 9 minutos, também na cobrança de um tiro esquinado, Du levantou com precisão e o capitão Léo Dias ficou livre para cabecear: 2 a 0.
O CME/Iracemapolis não conseguia passar da linha que divide o gramado. Aos 12 minutos, nova tabela envolvendo Du e Igor Pian, que chutou colocado da marca do pênalti. Boa defesa do goleiro do CME. Parecia que os escanteios estariam mesmo definindo a parada. Aos 13 minutos, depois da cobrança, a bola chegou até Igor, que cruzou e encontrou Adriel que só arrematou. O Metalúrgicos ainda teria tempo de construir outra boa jogada ofensiva. Du, com habilidade, tocou para Igor invadir a área. A conclusão foi boa, mas o goleiro Léo, apesar da goleada que se construía, mais uma vez apareceu bem, desviando para a lateral.

Segundo tempo



No segundo tempo o time de Iracemápolis voltaria mais disposto, tanto é que conseguiu seu primeiro ataque na partida aos dois minutos. Vitão, que substituiria Jean no intervalo, arriscou um tiro de longa distância obrigando o goleiro Lucas a praticar uma defesa em dois tempos. Mas era pouco. Em contra-ataque envolvente o ponteiro Igor deu um corte no adversário e finalizou, conseguindo um escanteio. Depois da cobrança a bola viajou até o bico esquerdo da área. Léo Dias então serviu Emerson, que teve tempo de dominar a fazer 4 a 0.
Léo Dias aparecia de novo aos 8 minutos cobrando falta da intermediária. O chute desta vez foi alto, se perdendo. O treinador Lopes, vendo a vitória assegurada, começou a promover substituições. A partida ficou mais equilibrada porém, a força ofensiva do Metalúrgicos prevalecia.
Dois ataques de perigo para a CME aconteceram a partir dos 10 minutos. Primeiro foi a vez de Bruninho, aproveitando uma cobrança de tiro esquinado. Depois o lance envolveu Vitão, que ao lado de Caio partiram com tudo para grande área. O atacante de Iracemápolis sofreria pênalti. Com categoria o atacante Juninho mandou no canto esquerdo e fez o gol de honra de sua equipe. Aos 16 minutos, a resposta. Vitor Hugo, que substituiria Emerson, deixou sua marca. Ao receber um passe açucarado de Adriel ele penetrou na grande área e apenas tocou por baixo na saída do goleiro, comemorando com uma cambalhota mortal e muita alegria: 5 a 1.
O gol derradeiro aconteceria minutos depois, aos 18. João Vitor bateu escanteio e Léo Dias subiu para cabecear, encerrando a goleada. O Metalúrgicos enfrentará o Gran São João no próximo domingo, na grande final da Copa Gazeta 2009. (Roberto Lucato)



Ficha Técnica
Metalúrgicos 6 x 1 CME/Iracemápolis
Gols -
Giovani (6’), Leo Dias (9’) e Adriel (13’), pelo Metalúrgicos, primeiro tempo; Emerson (5’), Vitor Hugo (16’) e Leo Dias (18’) pelo Metalúrgicos, segundo tempo e Juninho (14’), para a CME Iracempápolis, segundo tempo.
Árbitro - Marcelo Saltori
Auxiliares - Marco Antonio Bagatela e Gionavi Cezar Canzian
Metalúrgicos - Lucas; Gustavo (João Vitor), Leo Clombo, Felipe (Mateus) e Gabriel (Henrique); Leo Dias, Adriel, Emerson (Vitor Hugo) e Giovani; Du (Renato) e Igor Pian.
CME/Iracemápolis - Léo; Fabrício, Bruno, Renan e Marcelo (Soares); Caco, Murilo (Marco Antonio), Jean (Vitão) e Rafael; Juninho e Bruninho.

Heróico, Gran vence jogo "perdido" e decidirá título



O que parecia um jogo perdido transformou-se em vitória heróica. Após estar perdendo por 2 a 0 a menos de dois minutos do apito final, o Gran São João arrancou um empate espetacular no tempo normal diante do CT Amarildo e conquistou, nos pênaltis, o direito de disputar a final da Copa Gazeta 2009 categoria sub-11 no próximo domingo, contra o Metalúrgicos.
O jogo na manhã de ontem no estádio Comendador Agostinho Prada demorou a engrenar. O primeiro lance de perigo ocorreu apenas aos 9 minutos, quando o atacante Baracho, do CT, arrematou para fora bola alçada em cobrança de falta do zagueiro Mateus. Mais consistente, o time de Amarildo impunha domínio, e aos 13 minutos, o zagueiro Marquittos fez "fila" e passou para o ponta Léo Resende, que chutou por cima. O Gran respondeu na sequência. Após escanteio, Patrick escorou e exigiu defesa do goleiro Bruno.
O maior volume de jogo do CT começou a resultar em gols. Em mais uma de suas perigosas descidas pela direita do ataque, o meia Gui Nunes levantou e a bola sobrou para o atacante João, que desviou no canto esquerdo da meta do goleiro Gigante: 1 a 0 CT Amarildo. O time do técnico Eduardo quase empatou na sequência; Patrick dominou dentro da área, mas o chute cruzado foi à direita de Bruno. O CT Amarildo ainda teve mais uma chance no primeiro tempo. O goleiro Gigante soltou a bola cruzada por Gui Nunes, mas Léo Resende desperdiçou a chance.



ETAPA FINAL

No segundo tempo, a partida ficou equilibrada. O Gran São João teve a primeira chance em cobrança de falta do volante Bovi, mas a bola passou à direita da meta do goleiro Bruno, sem assustar. O time de Amarildo respondeu numa bola despretensiosa. A zaga do Gran "furou" e a bola sobrou limpa para Léo Resende, que, mais uma vez, desperdiçou, chutando fraco desta vez, facilitando a defesa do goleiro Gigante.
Demonstrando novamente eficiência no ataque, o CT ampliou o placar. O caminho para o gol passou novamente pelos pés do meia Gui Nunes, que fez outra bonita jogada pelo lado direito do ataque e chutou cruzado. Veloz, o atacante Baracho desviou para as redes para marcar o segundo do time de Amarildo: 2 a 0. O terceiro gol quase saiu aos 15 minutos do segundo tempo; Léo Resende ganhou disputa de bola e, da entrada da área, chutou para fora.
O jogo ganhou emoção quando restava pouco menos de dois minutos para o apito final. Após cobrança de escanteio, o meia Patrick, do Gran, desviou para o gol - a zaga do CT ainda tentou evitar, mas não conseguiu impedir que o time do técnico Eduardo diminuísse. Empolgado, o Gran se lançou ao ataque e conseguiu o que muitos não imaginavam. Nos acréscimos, lançamento na área encontrou o atacante Gabrielzinho, que, de virada, empatou o jogo que parecia "perdido".
Com a igualdade no placar, a vaga foi decidida nos pênaltis. Gabrielzinho converteu a primeira cobrança para o Gran, e Gui Nunes, do CT, igualou. O goleiro Bruno, do CT, defendeu o chute de Patrick e viu o companheiro Pedrinho colocar o time de Amarildo em vantagem. Depois, uma sequência de acertos: Mateus e Marquittos fizeram para o CT, enquanto Guti-Guti, Bovi e João Pedro converteram para o Gran. A decisão estava com Gustavinho, mas o jogador do CT chutou para fora. Com o fim da séria de 5 cobranças, teve a início a alternada. João Vitor marcou para o Gran, e jogou a pressão para Léo, do CT. O lateral do time de Amarildo chutou no travessão. Fim de jogo, muito choro por partes dos meninos do CT, e alegria para o Gran, que, com a vitória heróica, disputará o troféu no domingo. (Rafael Sereno)



FICHA TÉCNICA
CT Amarildo 2 x 2 Gran São João (nos pênaltis, 4 a 5)
Local:
Estádio Comendador Agostinho Prada (Pradão)
Árbitro: Cláudio Roberto Costa
Assistentes: Alex Alexandrino e Guilherme Salvador
Gols: João (14') e Baracho (28') para o CT; Patrick (36') e Gabrielzinho (39') para o Gran, no tempo regulamentar; nos pênaltis, Gui Nunes, Pedrinho, Mateus e Marquittos para o CT; Gabrielzinho, Guti-Guti, Bovi, João Pedro e João Vitor para o Gran.
CT Amarildo: Bruno; Léo Dias, Mateus, Gustavinho e Marquittos; Gabriel Oliveira, Sofiatti (Gabriel Cabral), Gui Nunes e Léo Resende (Luciano); João (Mateus) e Baracho (Pedrinho). Técnico: Daniel.
Gran São João: Gigante (Laza); Bruninho, Luquinha, João Bonora e Guti-Guti; Bovi, João Pedro, Mateus (João Vitor) e Patrick; Gabrielzinho e Leandrinho. Técnico: Eduardo.

SEL/Cordeirópolis elimina o Independente



Determinação e garra. Esses foram os segredos do SEL/Cordeirópolis que conseguiu eliminar o favorito Independente, nas semifinais da Copa Gazeta Dente-de-Leite, categoria Sub-13, sábado pela manhã no Sindicato do Papeleiro. Foi como o Uruguai vencer o Brasil na Copa de 50, no Maracanã, tamanho favoritismo do time limeirense.
No primeiro minuto de jogo, o meia galista Ramon cobrou um escanteio fechado da direita e acertou o travessão. Era o cartão de visita de um time que aparentava que venceria facilmente. Na primeira vez que chegou, o SEL abriu o placar, para espanto de todos. Cruzamento da esquerda de Caio e gol de cabeça do baixinho Marco Antônio, 1 a 0. (foto)
A partir daí o que se viu foi um duelo particular entre o meia Pulga e o goleiro Rafael (foto). Aos 11 minutos, falta da meia-esquerda e Rafael foi buscar no ângulo. Dois minutos depois, Pulga marcou o gol na cobrança de falta, mas o meia não viu o braço do árbitro Saulo Epifânio dos Santos levantado, sinalizando dois lances. Houve muita reclamação, inclusive de alguns pais exaltados, que ficaram xingando o tempo todo o trio de arbitragem.



Só dava Independente e no cruzamento do bom lateral Lucas da direita, Ramon emendou de primeira, mas Rafael, bem posicionado, fez a defesa. Aos 19, Pulga recebeu na meia-esquerda e aproveitou o gramado molhado para tentar o gol. A bola quicou na frente de Rafael, que conseguiu se esticar todo para evitar o empate. Uma defesa portentosa.
O SEL era valente na defesa e seus zagueiros - famosos torres gêmeas - estavam perfeitos nos desarmes. Na base do contra-ataque, por pouco o time comandado por Valdir Pessoa não ampliou. Chute por cobertura de Marco Antônio que quase surpreendeu o goleiro Flávio.
Em mais uma bola parada, Pulga arrisca e lá está Rafael para fazer outra espetacular defesa. O goleiro do SEL foi a muralha da rodada, o herói do time cordeiropolense. E olha que no último minuto do primeiro tempo, por pouco o SEL não ampliou da mesma forma do gol de abertura. Cruzamento da esquerda de Henrique e Marco Antônio escorou sozinho, à esquerda do gol de Flávio.

Segundo tempo



O segundo tempo foi de pressão absoluta do Independente, que não acreditava no placar adverso. O técnico Jabuti sacou o volante Simonsen para a entrada do atacante Gabriel. Se bem que as melhores chances foram do SEL. Aos 6 minutos, o bom meia Renato, autor do gol da classificação do SEL na primeira fase, conseguiu deixar dois zagueiros para trás e bateu com curva da entrada da área. A bola acertou a trave esquerda de Flávio, caprichosamente não entrando. Um minuto depois, o grandalhão Rafael Henrique cobrou uma falta do meio da rua e a bola explodiu no travessão do Independente. Em um desentendimento na grande área, o zagueiro galista Daniel e o ala Vítor, do SEL, foram expulsos, porém trocados como permite a regra.
No contra-ataque do SEL, assistência perfeita de Rafael Henrique para Renato, que acaba derrubado pelo goleiro Flávio. O volante Rafael Henrique pediu para cobrar, mas chutou mal, à direita do gol, desperdiçando a chance de liquidar a partida. O Galo teve mais alguns minutos para levar a decisão da vaga para os pênaltis, mas não conseguiu o gol, ficando de fora da grande final.
Com o apito final do árbitro, enquanto alguns pais exaltados invadiram o gramado para tirar satisfação com o trio de arbitragem, os garotos do SEL rezavam no gramado, não acreditando na classificação inesperada. (Edmar Ferreira)



Ficha Técnica
Independente 0 x 1 SEL/Cordeirópolis
Gol -
Marco Antônio aos 3 minutos do 1º tempo (SEL)
Local - Sindicato do Papeleiro
Árbitro - Saulo Epifânio dos Santos
Auxiliares - Augusto César Maia Gomes e Fernando de Oliveira Leão
Independente - Flávio; Lucas, Gustavo Francisco, Daniel (Gustavo) e Jonathan; Simonsen (Gabriel), Ederson, Diego Pulga e Ramon (Finazzi); Chocolate e Vítor Araújo. Técnico - Jabuti.
SEL/Cordeirópolis - Rafael; Everton (Vítor) (Samuel), Wigor, Ariel e Bruno Henrique; Rafael Henrique, Henrique Tavares, Luquinha e Renato (Danilo); Caio e Marco Antônio. Técnico - Valmir Pessoa.

Metalúrgicos bate a Inter e decide o Sub-13


No jogo de fundo no Sindicato do Papeleiro, sábado pela manhã, o Metalúrgicos se garantiu na final da Copa Gazeta, categoria Sub-13, ao vencer a Associação Atlética Internacional por 2 a 0. Dentro das quatro linhas o futebol não foi dos melhores, mas a sorte sorriu para o time do técnico Lopes, que teve paciência para garantir nos minutos finais da partida a vitória por 2 a 0. O rsultado leva o Metalúrgicos à decisão diante do Sel/Cordeirópolis.

O jogo
Esperava-se uma melhor desenvoltura das equipes do Metalúrgicos e Internacional no bom gramado do Sindicato do Papeleiro. A chuva, que caiu momentos antes da partida não afugentou o bom público que compareceu para prestigiar a partida. A impressão era de que a partida seria disputada acirradamente. Enganou-se quem pensou nesta possibilidade pois dentro de campo o futebol das equipes não foi o esperado. Acostumado com as dificuldades da competição, o técnico Lopes pediu tranquilidade para sua equipe, principalmente nos minutos iniciais do jogo. Já a equipe do técnico Gilcimar, precavida, deixou de lado o poder ofensivo e na marcação procurava evitar as jogadas de ataque do Metalúrgicos.

Desta forma a partida tornou-se monótoma. Mas foi o time vermelho e branco do Metalúrgicos que timidamente chegou pela primeira vez a criar algo de perigo. O zagueiro Cauê aproveitou-se da sobra e entrou batendo. O chute sai cruzado, para fora. O volume de jogo parecia maior para o Metalúrgicos, mas a equipe não era objetiva na hora da conclusão. Sendo assim, o placar em branco na primeira etapa refletiu no fraco futebol apresentado pelas equipes.


Segundo Tempo





Para melhorar a performance da sua equipe, no intervalo do jogo o técnico Lopes promoveu duas alterações no Metalúrgicos. Gabriel e Julio nos lugares de Fadel e Gustavo. Detalhe, as alterações motivaram o Metalúrgicos, que aos 5 minutos da segunda etapa chegou com perigo à meta de Renato. Novamente a equipe do técnico Lopes voltou a incomodar, Gabriel entrou e bateu assustando o time leonino. A resposta da Inter veio em seguida, Gilcimar Junior pela direita bateu cruzado, o único momento de lucidez da Inter até então.

Mas os momentos finais do jogo tornaram-se importantes para o Metalúrgicos. Na verdade a vitória da equipe de Lopes foi construída nos detalhes. Aproximando-se da reta final do jogo, o Metalúrgicos partiu para o ataque. Aos 23 minutos, bola levantada do setor esquerdo, Gabriel de cabeça deixou a sua marca, 1 a 0. O gol foi fatal para as pretensões da equipe do técnico Gilcimar que cadenciava a partida antes de sofrer o primeiro gol, para levá-la aos pênaltis, conforme determina o regulamento da categoria sub-13.

Mas a sorte estava para o Metalúrgicos, que decretou a vitória no último minuto. Outro cruzamento, desta vez do setor direito, a bola encontrou o avante Murilo que de cabeça consolidou a vitória da sua equipe, 2 a 0. Desta forma o Metalúrgicos carimbou o passaporte para a final da competição diante do Sel-Cordeirópolis. (Naldo Dias)




Ficha técnica
Metalúrgicos 2 x 0 Internacional

Gols: Gabriel e Murilo.

Local: Sindicato do Papeleiro.

Metalúrgicos: Jheymes, Antonio Carlos, Lucas, Cauê e Fadel (Gabriel); Biro, Anderson, Rodrigo e Murilo; Igor (Guilherme) e Gustavo (Julio). Técnico: Lopes.

Internacional: Renato, Everton, Rafael, Luis Otávio e Mateus; Igor, Pim, Rafael e Guilherme; Gilcimar Junior e Bruno. Técnico: Gilcimar.

Árbitro: Augusto César Maia Gomes

Auxiliares: Saulo Epifânio dos Santos e Fernando de Oliveira Leão.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Santa Rosa se despede com vitória na Copa Gazeta





Foi no sacrifício, mas o Santo Antônio carimbou o seu passaporte rumo a próxima fase da Copa Gazeta Ouro (22/11/2009). Sem jogadores suplentes, o Santa Rosa mostrou garra e venceu a partida pela contagem mínima. A equipe do técnico Sebastião Reis perdeu a chance de empatar a partida aos 36 minutos do segundo tempo. Na cobrança do pênalti de Zé Carlos, o goleiro Nando garantiu o resultado para a equipe do Jaguari, 1 a 0.
Na briga dos santos, melhor para o time azul e branco do bairro Jaguari. Dez minutos antes de a bola rolar, o Santa Rosa tinha apenas dez jogadores para iniciar o jogo. Assim que iniciou o clássico, o meia Ôla chegou para completar a equipe do presidente Luiz Maria. Com apenas 11 jogadores e com o banco de reservas vazio, a equipe do técnico Baiano iniciou o jogo precavida, para evitar as ações do Santo Antônio.
O time do técnico Sebastião Reis, com 4 pontos, entrou em campo mostrando uma certa tranquilidade, mas dentro das quatro linhas esta tranquilidade foi ofuscada pelo fraco futebol apresentado pelos seus jogadores, principalmente nos 20 minutos iniciais.
Foi o Santa Rosa que chegou em duas oportunidades, mas sem tirar a tranquilidade do goleiro Renato. Quem primeiro chegou com real perigo foi o Santo Antônio aos 10 minutos. O atacante Léo arrematou obrigando Nando a tocar a bola para escanteio. Aos 18 minutos foi a vez do Santa Rosa. Os zagueiros vacilaram na marcação, Will aproveitou-se e tocou para fora.
Jogo equilibrado e sem nenhuma emoção. A partir deste lance, a equipe do Jaguari encorajou-se. Percebendo da vulnerabilidade do adversário, o time do técnico Baiano partiu em busca do gol. E só não ocorreu porque o travessão na cobrança de falta do volante Bismarck evitou o gol de abertura do Santa Rosa.
O time de Reis era displicente em campo, no que tirava proveito os jogadores do Santa Rosa, que passaram a dominar a partida. Em boa parte do primeiro tempo, o Santa Rosa foi melhor. Já o Santo Antônio teve um momento de lucidez aos 40 minutos, quando Zé Carlos de falta obrigou o goleiro Nando a prática uma defesa importante.

SEGUNDO TEMPO:

O placar em branco era favorável ao Santo Antonio. Mas para garantir o resultado positivo a equipe do técnico Reis precisava voltar com uma dinâmica diferente para a segunda etapa. Pensando nesta possibilidade no intervalo, Sebastião Reis tirou o meia Wânder para a entrada do marcador Freicom. A intenção de Reis era fortalecer a marcação e liberar um dos meias, Fabiano Negreiro ou Zé Carlos para encostar nos atacantes Léo e Curumim.
Na prática a susbtituição não surtiu efeito. Sem chances de classificação, o Santa Rosa impôs a determinação para surpreender o adversário. E foi com determinação que o time do Jaguari chegou ao gol de abertura. O insistente Will acreditou na jogada e colocou a bola na cabeça de Ôla para balançar a rede do goleiro Renato, 1 a 0 para o Santa Rosa.
Na verdade o gol encorajou o Santa Rosa. Mas Reis passou a se preocupar com a situação de classificação de sua equipe. Displicente em campo o Santo Antônio era dominado pelo Santa Rosa, que chegou com perigo aos 27 minutos. Will sempre ele, entrou em velocidade, obrigando o goleiro Renato a evitar o segundo gol da equipe azul e branco do bairro Jaguari.
Algo tinha que ser feito para melhorar a qualidade de jogo do abatido Santo Antônio. Zé Carlos arriscou e de bola parada bateu para a linha de fundo. Pouco para uma equipe que iniciou a Copa Gazeta credenciada a chegar a final da competição. Chance para empatar a partida não faltou. Tanto que aos 32 minutos a melhor oportunidade para o Santo Antônio igualar o marcador. Freicom entrou na área pela direita e o jogador sofreu a falta do lateral Danilo. Pênalti claro assinalado pelo bom árbitro Jairo Lopes. Zé Carlos encarregou-se da cobrança, mas Nando com estilo evitou o gol de empate do adversário. Zé Carlos não desistiu e no final do clássico arriscou-se no arremate, bola na trave. Nada poderia ser feito para evitar a derrota, mesmo com o insucesso na partida de ontem. O Santo Antonio se garantiu na próxima fase da Copa Gazeta Ouro. (Naldo Dias)



Ficha Técnica
Santo Antonio 0 x 1 Santa Rosa
Gol -
Ôla aos 3 minutos do segundo tempo (SR).
Local - CT Pinóquio
Árbitro - Jairo Lopes
Auxiliares - Luís Alexandre Nilsen e Murilo Barbosa
Santo Antônio - Renatinho; Tchô, Anderson, Zé Carlos e Danilo; Vampeta (Daves), Pardal, Fabiano Negreiro (Rogerinho) e Wander (Freicom); Léo e Curumim (Igor). Técnico - Sebastião Reis.
Santa Rosa - Nando; Vavá, Clebão, Alex e Danilo; Alemão, Bismarck, Lucas e Ôla; Tolly e Will. Técnico - Baiano.
Ocorrências - cartões amarelos para Danilo, Daves, Pardal e Curumim (SA), Danilo, Alemão e Lucas(SR).